“Gestão do Curubão” é alvo da operação da Polícia Federal em São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas

26 de agosto de 2021 08:57

Por Portal Gazeta do Amazonas

O municipio de São Gabriel da Cachoeira (AM), amanheceu na manhã desta quinta-feira (26/8) com a Operação Insignare da Polícia Federal naquele município. O alvo é a gestão do prefeito reeleito do PT, vulgo Curubão que desde quando tomou posse como prefeito em janeiro de 2017, vem realizando uma gestão pública municipal alicerçada em corrupção, diante desse fato, as famílias de São Gabriel da Cachoeira ficam a mercê do futuro duvidoso.

Veja, a nota emitida da Polícia Federal à Imprensa:

 

PF INVESTIGA DESVIO DE RECURSOS PÚBLICOS NO MUNICÍPIO DE SÃO GABRIEL DA CACHOEIRA/AM

Operação Insignare apura fraude e desvio de recursos públicos em contratos para a execução de serviços de reforma e ampliação de 11 escolas municipais no ano de 2018.

MANAUS/AM – A Polícia Federal deflagrou, com apoio da Controladoria Geral da União (CGU), na manhã desta quinta-feira (26/08), a Operação Insignare, cujo objeto investigado é o desvio de verbas públicas federais oriundas do FUNDEB que foram repassadas ao Município de São Gabriel da Cachoeira/AM, mediante o pagamento de mais de um milhão de reais em favor de empresa contratada para executar serviços de reforma e ampliação de 11 escolas municipais no ano de 2018.

A ação da Polícia Federal visa a cumprir 05 (cinco) mandados judiciais de busca e apreensão expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região, cumpridos na cidade de Manaus/AM e de São Gabriel da Cachoeira/AM.

Segundo as investigações, apurou-se que a empresa contratada recebeu, de uma só vez, os valores integrais de ao menos quatro contratos, que juntos, totalizaram a quantia de R$ 1.419.085,06 (um milhão, quatrocentos e dezenove mil, oitenta e cinco reais e seis centavos), sem que as obras de reforma e ampliação houvessem sido concluídas.

Há indícios de que empresa contratada não dispunha de capacidade técnico-operacional para a execução das obras, motivo pelo qual teria subcontratado parte dos serviços para o qual foi contratada.

Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de fraude em licitação (art. 90 da Lei nº 9.866/93), peculato (art. 312 do Código Penal) e associação criminosa (art. 288 do Código Penal). Se condenados, poderão cumprir pena de até 19 anos de reclusão.

Comunicação Social

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