Qual Brasil queremos para o futuro?

8 de julho de 2019 17:02Comentários desativados em Qual Brasil queremos para o futuro?

Autor: José de Arimateia Moreira Viana
Escritor e Palestrante, Bacharel em Mestre em Teologia, Administração em RH. E-mail: moreiragsm@yahoo.com.br

Nos primeiros meses deste ano, boa parte do povo brasileiro
tem acompanhado os esforços do Governo Federal na tentativa de
fazer ajustes e devolver ao povo a satisfação de viver num país mais
justo e digno, tendo como principal bandeira o combate à corrupção,
ajustes na economia, acordos bilaterais dentre outras ações que
corroboram para que tenhamos um país próspero.

Ressalta-se ainda o combate ao viés ideológico que, por sua vez, só traz
confusão e disputa de egos, além de promover a segregação da nação e
atrapalhar os avanços de que tanto necessitamos para o bem-estar da
coletividade.

Um país dividido não consegue se desenvolver, pois, quando uns
puxam para um lado e outros repuxam para o outro, não se chega a lugar algum, Jesus exemplificou o que acontece com um reino dividido e disse: “E, se satanás expulsa a satanás, está dividido contra si mesmo; como subsistirá, pois, o seu reino?” (Mt 12:26). Como tirar o Brasil da crise, se grande parte dos congressistas conspiram contra o Brasil e, consequentemente, contra os eleitores que os elegeram?

A construção de um país melhor e com mais oportunidades, requer
urgentemente deixar as diferenças de lado e prosseguir de acordo com
o nível de igualdade que prescreve a Carta Magna no seu Art. 5º, isto é,
o de sermos todos iguais perante a lei, sem distinção de qualquer
natureza, de devermos buscar sempre uma qualidade de existência plena nos aspectos sociais, econômicos, religiosos e culturais, pois só assim teremos um país com menos desigualdade e com perspectivas reais de dias melhores.

Deus nunca fez e nunca fará diferenciação de pessoa, cor ou raça; pelo contrário, em qualquer nação, aquele que o teme e faz o que é justo lhe é aceitável, porém muitos insistem em promover uma espécie de segregação e gastam o tempo com pensamentos ideológicos que, por
sua vez, não colocam comida na mesa de ninguém, mas causam um
grande estrago nos aspectos culturais e morais da sociedade;
observando ainda que tudo isso não contribui em nada para o
desenvolvimento da nossa pátria. É claro que todos temos a liberdade,
garantida pela Constituição, de expor nossas ideias, respeitando as
diferenças, entretanto, temos que ter bom senso no que diz respeito ao que estamos construindo para o futuro, pois precisamos nos esforçar no sentido de promover o bem e seguir as regras estabelecidas nos códigos de postura, bem como nas sagradas escrituras.

Ultimamente, temos visto o governo se esforçando para aprovar
medidas que possam melhorar a situação do povo brasileiro, mas o que temos assistido é um congresso dificultando e atrapalhando as
referidas medidas. Percebe-se uma clara demonstração de força, um
verdadeiro cabo de guerra entre o Poder Executivo e o Legislativo, que
tem como palco a soberba, o ego e os interesses pessoais em detrimento dos interesses populares. Eles esquecem que só estão lá porque o povo os elegeu, e não foram eleitos para desenvolver
projetos de cunho pessoal e sim projetos para trazer benefícios para
todos os brasileiros.

Notícias veiculadas nas mídias sociais apontam, de forma incisiva, as intenções de muitos parlamentares que se dizem representantes do povo, mas, na prática, representam mesmo é um grupo que deseja voltar ao poder a qualquer custo, para continuar saqueando os cofres públicos por meio de negociações espúrias, as quais têm sido repudiadas pelo povo brasileiro, pois os efeitos têm sido catastróficos, principalmente no que diz respeito ao desemprego e à violência.

Recentemente um parlamentar de oposição ao governo disparou:
“Precisamos fazer uma reforma que não garanta a reeleição de Bolsonaro, o que estamos discutindo dentro do Centrão é que
precisamos fazer uma reforma que não garanta a reeleição dele”.
Essa infeliz declaração demonstra, com todas as letras, que muitos são
eleitos apenas para defender seus interesses, e de seus respectivos
grupos políticos, e o povo, que tanto labuta e sofre, não está sendo
contemplado nos planos do parlamento portanto, há necessidade imperiosa de mudar essa situação para construir um país mais justo e com oportunidades igualitárias para todos.

Portal Gazeta do Amazonas (Reprodução autorizada mediante citação do Portal Gazeta Do Amazonas)

Foto: Divulgação

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