Amazonas precisa ser liberto das políticas dos maus caminhos que escravizam o povo interiorano
Por Coronel Menezes *

Cidades de Barreirinha, Nhamundá e Parintins. Foto: Edson Chaves
MANAUS – No último sábado (19/6) encerrei a visita a trigésima primeira cidade do interior do estado do Amazonas, depois de passar por Barreirinha e Nhamundá, fui a Parintins e, dessa forma, já estive na metade dos nossos municípios e logo estarei completando todo estado. O objetivo é simples: Construir um projeto de desenvolvimento diferente para as nossas cidades interioranas.
O Presidente Bolsonaro me incumbiu dessa missão, é preciso aproximá-lo de todas as cidades do nosso estado, esse é um desafio que tenho realizado com a disposição e lealdade de sempre, mas, que tem sido muito enriquecedor para a construção de um projeto que batizei de “LIBERTAÇÃO”.
Precisamos libertar o interior do atraso e da dependência de parlamentares que nunca estiveram interessados em desenvolver as cidades, mas, sempre tiveram como objetivos, manter seus currais eleitorais.
A principal fonte renda que movimenta a economia são os repasses do governo estadual que garante basicamente o pagamento do funcionalismo público e os programas sociais mantidos pelo governo federal, ampliado agora pelo Presidente Bolsonaro, que em tempos pandemia criou o AUXÍLIO EMERGENCIAL para socorrer os menos favorecidos e manter viva a nossa economia.
Nosso interior carece de tudo, regularização fundiária, projetos para exploração sustentável das nossas riquezas naturais, profissionalização e regulamentação da pesca esportiva, infraestrutura, educação, saúde, nunca é demais lembrar que não temos sequer um leito de UTI, certificação dos aeroportos e coisas básicas que os prefeitos não conseguem realizar porque vivem dependentes e escravizados pelos senadores e deputados federais que com suas emendas parlamentares os tratam como reféns, enfim, criamos um ciclo vicioso que precisa imediatamente ser modificado, o povo não quer mais migalhas, a cultura de viver pedindo ajuda na esquina é indigna, apequena as pessoas e os políticos são lembrados porque quando chega a época de eleição, eles vão ou mandam seus cabos eleitorais distribuir regalos para assim conquistarem os votos que precisam para se eleger, dessa forma, não vamos conseguir chegar a nenhum lugar, as gerações crescem com essa cultura de “pedir” e pedem de tudo, eles na sua maioria veem o político em forma de cifrão ($) e não como aquele que pode levar dignidade para sua vida e para os seus filhos, é preciso inclusão social urgente, emprego, renda, torná-los independentes, educados e preparados.
Os municípios do interior do Amazonas querem internet de qualidade, para terem acesso com a conexão com o mundo, precisam de uma economia independente para poder sair da pobreza, não querem mais apenas andar em cima da riqueza. Nossas cidades são todas ricas, mas, as pessoas em sua grande maioria continuam miseráveis entreguem a própria sorte e os políticos com mandatos atuais não se envergonham disso, pelo contrário, se aproveitam do caos para manter o poder que conquistaram sob a desgraça dos menos favorecidos, os mesmos que recebem em época de eleição uns trocados em troca do voto, esse é o ciclo, o único projeto que eles desenvolveram para os nossos irmãos interioranos.
Vamos libertá-los!
(*) Coronel Menezes, nasceu no bairro da Cachoeirinha, zona Sul de Manaus, morou por muitos anos no bairro da Alvorada, conhecido na década de 70 como “Cidade das Palhas”. É Cristão, tem origem humilde, estudou no Colégio Militar de Manaus, foi convidado a estudar na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAM), onde cursou Arma de Engenharia. Passou 30 anos no Exército Brasileiro. Casado há 33 anos com a contadora Edilene Menezes, pai de duas filhas, Débora e Rebeca. Formado em Administração, Logística e Planejamento e combatente como Paraquedismo Militar, Mestre de Salto, Piloto de Helicóptero na Marinha, e no Exército Brasileiro e Estados Unidos, Combate e Guerra na Selva pelo CIGS, é poliglota, foi professor da AMAM e também estudou na Escola Superior de Guerra (ECG) e Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (ECEME).Serviu o Brasil, o representou na Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova Iorque, e Organização dos Estados Americanos (OEA), em Washington, ambos nos Estados Unidos, e também na África, Equador e Peru, além de comandar a primeira unidade da área de logística do Exército na Amazônia. Realizou o curso especial Alto Estudo de Políticas Estratégicas na ECG, que lhe deu uma ampla visão do Brasil. Na iniciativa privada, em 2010, gerenciou por 8 anos a Instituição Financeira FHE/POUPEX e assumi a Superintendência da Zona Franca de Manaus – Suframa, a convite do presidente Jair Bolsonaro. Em 2020, concorreu a eleição para prefeito da cidade de Manaus, obteve o capital político de 110.805 votos validos, ficando na quinta colocação, dentre os candidatos.
Fonte: Foco no Fato
Portal Gazeta do Amazonas (Reprodução autorizada mediante citação do Portal Gazeta do Amazonas )
Fotos: Edson Chaves/Divulgação




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