Rescisão de contrato levanta suspeita sobre nova gestão do Bosque Clube que chega com “sede ao pote”
Por Portal Gazeta do Amazonas
MANAUS – A nova administração do Bosque Clube em Manaus iniciou sua gestão sob fortes questionamentos após a decisão de rescindir, de forma unilateral, um contrato de prestação de serviços de portaria firmado com a empresa G.H Serviços. O documento de notificação, ao qual a reportagem teve acesso, é assinado pelo presidente Solano Sócrates Cardoso Barbosa e pelo vice-presidente Jacob Carreira Benaion, e traz à tona um impacto financeiro que recairá diretamente sobre os associados.
O contrato, firmado em 1º de setembro de 2024 com vigência até 2 de setembro de 2027, previa a prestação de serviços de portaria no clube. Contudo, em 25 de setembro de 2025, a atual diretoria decidiu pela rescisão. De acordo com a minuta de aviso prévio, a medida implica no pagamento de 50% do valor contratual, totalizando R$ 8.705,44. O montante deverá ser quitado pelo Bosque Clube, o que significa, na prática, que o custo será absorvido pelos associados.
Decisão sem transparência
A decisão levanta dúvidas sobre os critérios que motivaram a ruptura do contrato e a real necessidade dessa medida. Até o momento, a diretoria não apresentou justificativas públicas consistentes que expliquem por que o contrato, ainda no início de sua vigência, foi encerrado de forma unilateral.
Pessoas especialistas em gestão de associações privadas ouvidas pela reportagem afirmam que decisões dessa natureza exigem transparência e diálogo com os associados, uma vez que envolvem diretamente os recursos da coletividade associada. A ausência de explicações claras abre espaço para questionamentos sobre a condução administrativa do clube.
Impacto para os associados
Na prática, a soma dessa medida representa um impacto direto no bolso dos associados, que, além das mensalidades, podem ter que arcar com gastos adicionais decorrentes de decisões administrativas controversas.
Clima de desconfiança
O início da nova gestão, marcado por atos que geram custos adicionais sem a devida prestação de contas, cria um clima de desconfiança entre os frequentadores do Bosque Clube. Sem explicações claras e auditoria transparente, permanece a dúvida: a atual diretoria está atuando em favor do interesse coletivo ou tomando decisões unilaterais que fragilizam a saúde financeira da instituição?

Diante do exposto na matéria supracitada, a direção do Portal Gazeta do Amazonas se coloca à disposição da direção administratativa do conceituado e centenário Bosque Clube, localizado na cidade de Manaus, capital do Amazonas. para se manisfestar ou não sobre o conteúdo da matéria vinculada em questão.
Portal Gazeta do Amazonas (Reprodução autorizada mediante citação do Portal Gazeta do Amazonas )
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